O artigo tem por principal motivação o interesse em aprofundar estudos e autopesquisa referente à prática da tenepes e à respectiva relação com a comunicação interdimensional. O objetivo é apresentar os achados pesquisísticos, visando contribuir no esclarecimento desse assunto. Os dados utilizados na pesquisa foram obtidos através de bibliografias e registros pessoais. Entende-se que a conscin intermissivista, principalmente a tenepessista, deve buscar estar sempre em processo de autoanálise e manter a teática das reciclagens, considerando que a autopesquisa, alinhada à tenepes, promove a sinergia na teática da interassistencialidade e na qualificação do exemplarismo autopesquisístico. Diante desse contexto, a autora observou estagnação na prática da tenepes e necessidade em realizar reciclagens. Assim, buscou levantar as dificuldades autovivenciadas e investigar recursos que podem auxiliar no processo de mudança das práticas assistenciais. Conclui que as experiências na prática da tenepes são elementos bases para o aprofundamento da autopesquisa e base para as reciclagens.
Este trabalho traz à reflexão o crescendo Cuidadologia-Paracuidadologia, de maneira a evidenciar o viés da paracognição da estrutura interassistencial, em momento crítico evolutivo do cuidador. A metodologia fundamenta-se em aprendizado pessoal no tratamento diário à conscin, às vivências parapsíquicas possibilitadoras dos vislumbres interativos intrafisicalidade-extrafisicalidade, durante 4 anos, mais precisamente de abril/2017 a setembro/2021, em conjunto com a prática diária da tenepes por 20 anos, o exercício do voluntariado e docência-tenepessista na Associação Internacional de Tenepessologia – IC TENEPES, bem como bibliografia conscienciológica correlacionadas ao tema interação cuidado-parafenômeno. O objetivo do trabalho é o compartilhamento do autoaprendizado, das reflexões de que o autoparapsiquismo lúcido é pilar de sustentação para os momentos de crise. Finaliza que a Cuidadologia é para todas as consciências, alternando a função ora cuidador, ora assistido e é preciso desenvolver a lucidez multidimensional para acompanhar o trabalho parceiro com os amparadores na extensão da mega-assistência ao planeta-hospital Terra.
O presente estudo visa relatar a evolução de trabalho grupal e algumas intercorrências de autopesquisa realizada em trabalho voluntário na Conscienciologia, relacionadas à promoção de palestras públicas. O método utilizado foi a escrita sobre os trafores individuais aplicados. As reciclagens e autoenfrentamentos por parte dos autopesquisadores do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia
(IIPC), de Curitiba, envolvidos, apontaram efeitos interessantes que contribuíram
para o aperfeiçoamento do trabalho grupal, possibilitando melhor interação e conhecimento de cada pessoa do grupo, resultando em voluntariado mais prazeroso e assistencial. Os resultados ainda são demonstrados mediante estatísticas comparativas com dados de anos anteriores, e podem servir de parâmetros para futuros planejamentos
assistenciais.
Conscientia Maria Fabris, Federico Hogan, Sheila Torquato Humphreys, Marcos Vinícius Ulaf, Murilo Augusto dos Santos, Danielle Bragagnolo Ribeiro Cardoso, Yasmin Quiroga de Souza Vol 18, N. 4 - 2014 (2014-10)
O artigo tem como objetivo descrever e caracterizar a síndrome de Godot. A síndrome foi identificada em agosto de 2007, durante a Dinâmica Interassistencial Holossomática (DIH), na qual foram atendidas consciexes parapsicóticas com paravisual de freiras e holopensene de clausura. O estudo utilizou a objetivação dos parafatos, o estudo de caso e análise das evidências sincrônicas, enquanto
metodologia de pesquisa. Os dados obtidos durante a assistência, associados às evidências, ratificam a hipótese da síndrome de Godot e detalham a etiologia, o quadro clínico, a parafisiopatologia e paraterapêutica aplicada.
O presente trabalho aborda os Fundamentos da Conscientioterapia Dessomática e objetiva apresentar elementos fundamentais referentes à dessoma no âmbito familiar, passíveis de compor cenário auto e hetereconsciencioterapêutico ao pesquisador interessado, através da qualificação assistencial e da reversão de imaturidades relacionadas ao tema. A metodologia é pautada na auto e hetero-observação frente à experiência deste autor em 3 contextos dentro do universo da Dessomatologia: o atendimento consciencioterápico; assistência ao núcleo familiar e, de modo mais específico, ao progenitor em fases pré-dessomática e dessomática; e o oficio médico em níveis ambulatorial, emergencial e de terapia intensiva. O texto analisa sutilezas específicas desta modalidade de tarefa de esclarecimento e trata da importância da autoconsciencioterapia enquanto pré-requisito para a manutenção do autodiscernimento diante das atuações grupocármicas. Ao final, este artigo reforça o descarte do soma enquanto possível elemento catalisador de assistência e amadurecimento pessoais e coletivos.
Conscientia Marco Antônio Almeida Vol 14 - N. 4 - 2010 (2010-10)
Este artigo tem como objetivo apresentar uma proposta de trabalho interassistencial, integrando os tenepessistas veteranos de qualquer localidade à Dinâmica Interassistencial Holossomática (DIH), na qual ocorrem cirurgias invisíveis (paracirurgias), numa condição de coadjutores a distância. Inicialmente é abordado o conceito e as características do tenepessismo veterano. Em seguida é tratado o tema Assistenciologia no contexto da pesquisa aplicada à tenepes e finalmente a forma de participação da equipe intrafísica na DIH, em particular na cirurgia invisível, bem como os resultados obtidos com a aplicação inicial da metodologia de integração. Finalmente apresenta-se a proposta da formação da Rede Interassistencial a Distância, seus objetivos e a logística de integração.
Este artigo trata das relações entre a tenepes e dupla evolutiva, técnicas baseadas em relações de intimidade com fins assistenciais entre duas consciências. Representa o resultado de pesquisas realizadas ao longo de mais de uma década de vivência teática da dupla evolutiva e da prática da tenepes pelo autor, a partir do registro e análise de fatos vivenciados em dupla, da autoanálise crítica e também da heteroanálise seguida de reflexão. O artigo apresenta traços-força que o praticante duplista pode desenvolver com evolução de suas práticas assistenciais servindo como esquema de autoanálise da condição da tenepes. Apresenta também aspectos da sinergia existente entre a dupla evolutiva e a prática da tenepes propondo aspectos otimizadores da assistencialidade da dupla e entre a dupla como pilares do desenvolvimento da tenepes.
O objetivo deste trabalho é apresentar a Primeira Pesquisa Online sobre Tenepes, lançada no V Fórum da Tenepes. A pesquisa é aberta e ocorre através da Internet, podendo ser acessada de qualquer local com conectividade à rede mundial de computadores. O objetivo é criar uma base de informações com dados resultantes das pesquisas individuais dos tenepessistas a respeito de algumas dezenas de tópicos básicos e avançados, diretamente relacionados ou correlatos com as práticas da tenepes. A metodologia utilizada é o acúmulo de dados voluntariamente fornecidos pelos participantes através do questionário disponível online. Alguns resultados esperados incluem: estatística de tenepessistas por localidade, gênero, ocupação profissional, tempo de prática, horário, duração e ofiex; coletas de dados sobre os primeiros 6 meses de tenepes; influência da tenepes na projetabilidade; identificação do amparador da tenepes; correlações com a Assistenciologia, Autopesquisologia e Parafenomenologia. A partir da massa de dados resultante, espera-se obter respostas e levantar novas hipóteses de pesquisa no âmbito da Tenepessologia. Os resultados parciais desta pesquisa serão apresentados no VI Fórum da Tenepes, em dezembro de 2010.
Conscientia Igor Habib Vol 13 - N. 1 - 2009 (2009-01)
O objetivo deste trabalho é elucidar a prática da tenepes como megaprioridade para a conquista da desperticidade. Foi desenvolvido com base em pesquisas bibliográficas e observações vivenciais de assistência multidimensional. A pesquisa buscou enfocar o domínio energético, a isca assistencial lúcida, o parapsiquismo consciente, a projeção assistencial lúcida e o epicentrismo lúcido na condição de etapas da desperticidade, concluindo na indispensabilidade da tenepes para a desperticidade.
Aborda-se no presente artigo aborda o convívio com o serviço da assistência prestada às consciências em geral sob a ótica da qualificação das parapercepções de uma conscin visando embasar os fundamentos teáticos do epicentrismo consciencial autolúcido. São estudados alguns conceitos da Conscienciologia a fim de melhor compreender o tema e apresenta-se alguns dos resultados alcançados com o serviço rotineiro da assistencialidade. Expõe-se um caso desse convívio, no qual foram utilizadas técnicas assistenciais avançadas, por exemplo, da acareação e da impactoterapia, em um atendimento realizado à conscin-infratora-reincidente. Conclui-se com a análise da responsabilidade auto-evolutiva da conscin-epicon, elemento fundamental para se alcançar a autoconsciência multidimensional, e indicador da experiência adquirida na qualificação do convívio com a assistencialidade.
Este artigo tem por objetivo trazer uma sistematização sobre o que é a sinalética energética-anímica-parapsíquica, qual a sua parafisiologia, que recursos podem ser utilizados para identificá-la e quais as suas aplicações. Ressalta-se a importância em se identificar a sinalética relativa ao amparador pessoal, assim corno a necessidade da sinalética energética para se alcançar a condição da desperticidade. No final do trabalho, traz-se um teste para avaliação pessoal dos fatores que dificultam e facilitam a identificação da sinalética pessoal.
Conscienciologia Aplicada Cesar Machado Ano 6 - N.6 - 2006 (2006)
O presente trabalho apresenta o relato de uma projeção consciente de
características assistenciais acontecida em 30 dezembro de 2004. Objetiva auxiliar os pesquisadores da Projeciologia e da Assistenciologia, contribuindo para a casuística dessas duas especialidades da Conscienciologia e, também, trazer novas perguntas sobre esses temas.
Conscientia Willian Klein Vol 9 - N. 3 - 2005 (2005-07)
O artigo trata da inversão assistencial, parte integrante do corpo de tarefas
da invéxis, ou inversão existencial. Aborda o tema de maneira generalista com
relação às faixas etárias, direcionando o foco à adolescência. A análise desse
conceito visa contribuir para as pesquisas da Invexologia. Procura também
incentivar os pesquisadores, notadamente inversores e inversoras, às pesquisas
no campo da Assistenciologia.
O artigo discrimina as causas mais freqüentes e as fases gradativas de
aprofundamento dos conflitos interconscienciais. Aborda as diversas formas de
lidar com os conflitos intra e interconscienciais, ressaltando os aspectos maduros da convivialidade e da assistencialidade. Define mediação multidimensional e evidencia o modo pelo qual o exercício dessa tarefa catalisa o desenvolvimento dos atributos pró-desperticidade.
O presente artigo analisa, no contexto da invéxis, aspectos conscienciais
favorecedores e dificultadores do desenvolvimento da postura assistencial que
se utiliza do parapsiquismo como ferramenta. Expõe nuances da postura assistencial das consciências em evolução, embasando-se nas vivências de estudante do desassédio interconsciencial e praticante da técnica da invéxis.
Conscientia Felipe Serpa Vol 8 - N. 3 - 2004 (2004-07)
Este texto tem por objetivo mostrar características do desenvolvimento do parapsiquismo dentro das Instituições Conscienciocêntricas (ICs) e evidenciar a importância e a atuação da comunidade conscienciológica como geradora e fixadora de verdades relativas de ponta. São apresentadas 5 fases pelas quais as conscins podem passar nas ICs durante o desenvolvimento parapsíquico e analisadas posturas, reações e dificuldades manifestadas neste processo de reciclagem intraconsciencial. São ressaltadas as possibilidades de trocas de experiências em grupo e obtenção de feedback para avaliar a própria condição consciencial. O papel assistencial do exemplarismo é destacado devido ao incentivo que propicia para o desenvolvimento parapsíquico de outras consciências.
Conscientia Mário dos Santos Oliveira Vol. 6 - N. 4 - 2002 (2002-10)
Neste artigo são apresentados os resultados obtidos pela autora nos laboratórios de autopesquisa do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia – CEAEC, em experimentos realizados durante um período de dois meses, visando estudar a questão da utilização do parapsiquismo na assistência interconsciencial e na execução da proéxis pessoal e grupal. Para o aprofundamento da autopesquisa, foi utilizada a técnica autoconsciencioterápica da anamnese consciencial. A imersão laboratorial contribuiu para a aquisição de idéias sobre a reciclagem intraconsciencial e o desenvolvimento da personalidade assistencial. Concluiu-se que a autopensenidade não trabalhada e não reciclada é um dos fatores que mais dificulta o desenvolvimento do parapsiquismo cosmoético, cuja catalisação demanda
investimento sério e disciplinado na assistência interconsciencial.
No presente trabalho, discute-se o parapsiquismo enquanto ferramenta imprescindível ao consciencioterapeuta, que possibilita a abordagem integral ao evoluciente, a interação entre as equipes intra e extrafísica e, portanto, o processo consciencioterapêutico. Observa-se que o parapsiquismo dos assistentes é potencializado no campo consciencioterápico em favor do assistido. São enumerados alguns fenômenos mais comumente vivenciados pelas autoras. Apresenta-se breve casuística relativa à questão da reeducação parapsíquica do
evoluciente, trabalhada nos atendimentos. Constata-se que a qualificação do consciencioterapeuta passa não só pelo desenvolvimento do parapsiquismo, mas também pela qualificação cosmoética da intenção assistencial.
Aborda-se o conceito de qualificação humorística, ou seja, o processo de atribuir maior qualidade ao senso de humor da consciência. O assunto é relacionado com diversas especialidades da Conscienciologia, entre elas a Somática, Parassemiologia, Comunicologia e Assistenciologia. Analisam-se, entre outros aspectos, o riso, o bom e o mau humor. De modo geral, as casuísticas aqui examinadas apontam os resultados das manifestações humorísticas como determinantes da qualificação evolutiva.