Este artigo apresenta proposta de aplicação da inteligência gesconográfica
associada à produmetria conscienciográfica, visando o incentivo e a qualificação
das produções de obras conscienciológicas, especialmente os livros. Apresenta
critérios para a mensuração da produmetria gesconográfica, indicando as
visões pró-produmetria e antiprodumetria relacionadas ao comportamento e às
fissuras da autopesquisa do ego autoral. Acrescenta as autovivências desta autora
na experiência do trinômio autora-revisora-editora, concluindo com informações
úteis sobre os facilitadores e bloqueadores do alcance da produmetria gesconográfica.
Este artigo aborda um conjunto de ações relacionada a autoevolução da autora, durante o Curso para Formação de Professor de Conscienciologia – CFPC. O artigo apresenta na seção Formação CFPC os desafios evolutivos enfrentados, uma breve descrição do curso e das vivências da autora no curso, incluindo a identificação de traços pessoais e as posturas intraconscienciais adotadas perante os desafios encontrados. Na sequência, a seção Ciclo Pró-Evolutivo é apresentada a proposta de um ciclo otimizador da autossuperação, que auxiliou a autora durante a formação docente. Finalmente são apresentadas as conclusões do trabalho.
Parapedagogia Fabiane Cattai da Silva ANO 10, NÚMERO 10, OUTUBRO DE 2020 (2020-10)
O presente artigo tem o objetivo de apresentar o percurso da autora em sua autopesquisa, desde o ano de 2009 até os dias atuais, visando a reconciliação intraconsciencial. Nesse processo a autora identifica o orgulho como traço principal constituinte de seu temperamento pessoal. Decide para si mesma não poder banalizar esse traço, pois sabe de seu anacronismo e intensidade importante em sua manifestação. Diante da autoconscientização do orgulho como traço principal de seu temperamento, a autora toma a atitude de olhá-lo e abordá-lo cara a cara, no intuito de fazer a depuração desse padrão em sua manifestação consciencial ao longo de suas vidas intermitentes. Reconhece que sua manifestação se dá, principalmente, no seu sentido de desdém quando demonstra desprezo pelo outro se sentindo superior. Com o objetivo de fazer seu autoenfrentamento a autora opta pela aquisição de traço faltante tal qual o apreço para eliminar os efeitos nosográficos do orgulho e qualificar a manifestação consciencial. A autora conclui que os efeitos dessa autopesquisa já são observados em sua manifestação consciencial sendo promovedores de nova modulação comportamental e pensênica resultando em ações recinológicas e reconciliações para modificar traços anacrônicos.
Homo Projector Marlene da Conceição Rezende v. 07 n. 02 - JUL/DEZ - 2020 (2020-07)
O artigo apresenta o resultado de autopesquisa da autora, gerado pelo autoenfrentamento de emoções turbulentas advindas de situações de convivialidade interconsciencial e grupal. Apresenta ferramentas de enfrentamento de reações psicossomáticas agressivas para elevá-las a um novo patamar com características mentaissomáticas, prevalecendo a racionalidade e assim, abrindo espaço para a aquisição do atributo apaziguamento.
Homo Projector Marlene Rezende v. 06 n. 02 - JUL/DEZ – 2019 (2019-07)
O objetivo deste artigo é abordar a trajetória autoconsciencioterápica da autora desde a manifestação patológica do trinômio autoinsegurança-esquiva-omissão deficitária rumo à construção lúcida do trinômio homeostático autoconfiança-autoenfrentamento-protagonismo cosmoético. Os principais meios paraterapêuticos utilizados foram as técnicas imersão na homeostática e interassistência direta, de modo a propiciar o autodesassédio, o florescimento da identidade intermissiva, a experimentação de maior desenvoltura bioenergética e parapsíquica nas interassistências cotidianas e o estabelecimento da certeza íntima de atuar no fluxo pró-evolutivo. Observa-se que a manutenção do referido trinômio trafarístico acarreta desperdício de oportunidades proexológicas, especialmente quando estas se referem às ocasiões de pico máximo de aproveitamento do tempo útil. Portanto, a decisão em seguir pelo caminho mais cosmoético e interassistencialmente produtivo depende de cada pequeno posicionamento pessoal, que pode ser iniciado no aqui-agora-já, tendo em vista a meta primordial do completismo existencial.
Conscientiotherapia Flávia Aouar Cerqueira Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
Este artigo objetiva oportunizar reflexões quanto à potencialização paraterapêutica da autoconsciencioterapia, a partir do binômio Serenarium-consciencioterapia intensiva e seu efeito, enquanto paratecnologias complementares e pré-requistos para o laboratório de 10 dias de duração (Conscientiarium). Propõe que a realização do experimento no laboratório conscienciológico Serenarium e a consciencioterapia intensiva desnudam a consciência interessada no autoenfrentamento sadio. Aborda a autopesquisa em solilóquio no Serenarium por 3 dias, os circunlóquios nas sessões consciencioterápicas durante 5 dias e o efeito nas reflexões autoconsciencoterápicas. Utiliza, enquanto metodologia, análise da autora pelas vivências na condição de: voluntária da equipe técnica do Laboratório Serenarium, no Campus da Associação Internacional para a Evolução da Consciência - ARACÊ, durante 12 anos; pesquisadora-serenauta em 8 experimentos laboratoriais realizados no Serenarium; e evoluciente, ao realizar consciencioterapia intensiva no Campus da Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC).
Conscientiotherapia Eliane Stédile Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
O objetivo do presente trabalho é estimular os interessados em trilhar o caminho da interassistencialidade por intermédio da docência conscienciológica, contudo sentem-se inseguros e desconfortáveis com as imaturidades pessoais, adiando ao máximo essa decisão. Baseia-se em fatos e parafatos experimentados pela autora na persistência do autodestravamento para a promoção da tarefa do esclarecimento. Expõe os gargalos intraconscienciais que precisam ser superados, assim como apresenta reflexões e técnicas conscienciológicas favorecedoras do autodestravamento do agente retrocognitor.
Parapedagogia Lane Galdino ANO 2, NÚMERO 2, OUTUBRO DE 2012 (2012)
A autora apresenta suas vivências e observações após identificação e autoenfrentamento dos trafares - insegurança, medo de falar em público e autodesvalorização - durante as aulas teóricas e microaulas da IX Qualificação Docente e estágio do Curso para Formação de Professores de Conscienciologia na Instituição Conscienciocêntrica Reaprendentia. O autoenfrentamento dos trafares foi oportunizado durante as vivências práticas e aulas-treino no decorrer dos cursos. O enfoque do artigo é esclarecer, motivar e encorajar futuros professorandos quanto ao autoenfrentamento dos trafares durante a interassistência parapedagógica. A metodologia utilizada foi o registro e a análise das experiências vivenciadas no período de Dezembro/2008 a Junho/2012. O relato busca evidenciar a importância de descobrir-se, experimentando.
Parapedagogia Delmara Loureiro Castanheira ANO 2, NÚMERO 2, OUTUBRO DE 2012 (2012)