A experiência da consciência fora do corpo humano é um fenômeno natural, relatado desde a antiguidade pelos povos mais primitivos até os mais cultos em diferentes épocas. Encarada como fenômeno místico ou religioso, foi ocultada por longo período da história, voltando aos poucos a ser relatada. Neste momento de expansão do conhecimento, cada vez mais, as plataformas virtuais representam formas de auxiliar o aluno interessado em projeções da consciência a compreender melhor o assunto e a ter as suas experiências. O objetivo geral é mostrar como um curso a distância pode se mostrar efetivo no ganho de autoconfiança parapsíquica de pessoas ao acessarem as ideias da Projeciologia. O presente artigo apresenta os experimentos laboratoriais relativos ao Projeto Fly-in, ocorridos durante a realização das turmas do Curso de Projeciologia a Distância, no ano 2019. Ao longo do curso, os alunos foram instruídos a se projetar e inspecionar 4 objetos-alvo não revelados e um número de 5 dígitos dispostos em uma sala. Após a experiência, deveriam relatar as suas observações. Os resultados da pesquisa indicam várias vivências de fenômenos parapsíquicos entre os alunos, porém, só identificados pela contribuição do grupo. O reforço positivo dos colegas e professores motivam os alunos a continuarem os estudos e seguirem com novas tentativas.
Homo Projector Alessandra Pawelec, Priscila Carvalho v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
Este artigo objetiva salientar a auto-observação e autopesquisa da autora quanto ao registro e valorização dos aportes recebidos nesta existência, enquanto aproveitamento responsável das experiências vividas no autocompromisso de evoluir. A partir da antipodia autoperdoamento-autoimperdoamento, a autora busca descortinar o modo de funcionar errado, eliminar evidentes autossabotagens, desacreditar preconceitos e desativar aspectos atravancadores de condutas pró-evolutivas, considerando o princípio conscienciológico "O que não presta, não presta mesmo. Não adianta fazer maquilagem". A perspectiva de autorrecin advém justamente de perscrutar, com a maior firmeza e sinceridade, possíveis atitudes que requerem mudanças necessárias para otimizar neoaprendizados, neoempreendimentos e neoposturas, enriquecedoras perante um novo olhar presente-futuro, expresso no trinômio autogargalo-autodesafio-autossuperação.
Conscientiotherapia Maria Cristina Nievas Ano 7, N. 7, Setembro, 2018 (2018-09)
Este artigo objetiva contribuir para o aumento da autoconfiança e da atualização da autoimagem a partir do mapeamento técnico dos trafores pessoais, embasado nos fatos existentes na história de vida pessoal. Para isso, explicita ferramentas e reflexões para a consciência interessada em identificar e mapear talentos e habilidades manifestados, geralmente utilizados sem autoconscientização. Conclui-se sobre a importância de empreender na autopesquisa e na interassistência, visando a apropriação dos traços-força pessoais para a diminuição da autoconflitividade e o desenvolvimento da pacificação íntima.
Homo Projector Leonardo Rodrigues v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 1 (2018-07)
Entende-se por complexo de vira-latas a inferioridade em que a pessoa se coloca voluntariamente, diante de qualquer contexto ou situação. É uma questão da pessoa não acreditar em si mesma. Em todos os cursos em que participei desde que conheci a Conscienciologia, em 07/2013, o identificava na quase totalidade dos alunos. Decidi aprofundar este tema durante o curso PDPA, que aconteceu no Campus IIPC Saquarema RJ, no período de 12 a 20 de janeiro de 2018.
Homo Projector Halina Sousa v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 1 (2018-07)
O experimento relatado foi realizado durante o Curso Pesquisa Teática da Projeção Consciente. A projetora investiga e descreve as ocorrências projetivas a partir dos parafenômenos vivenciados, e, posteriormente, comprovados na vigília física ordinária; enfatiza a importância do registro da experiência através de metodologia exaustiva ao modo de ferramenta para rememoração; destaca, também, o auxílio do amparo de função e da saturação mental como facilitadores da projeção consciente, cujo resultado foi o acerto parcial do alvo projetivo.
Homo Projector Neusa Caldas v. 04 n. 02 - JUL/DEZ – 2017 (2017-07)
O objetivo deste artigo é abordar a trajetória autoconsciencioterápica da autora desde a manifestação patológica do trinômio autoinsegurança-esquiva-omissão deficitária rumo à construção lúcida do trinômio homeostático autoconfiança-autoenfrentamento-protagonismo cosmoético. Os principais meios paraterapêuticos utilizados foram as técnicas imersão na homeostática e interassistência direta, de modo a propiciar o autodesassédio, o florescimento da identidade intermissiva, a experimentação de maior desenvoltura bioenergética e parapsíquica nas interassistências cotidianas e o estabelecimento da certeza íntima de atuar no fluxo pró-evolutivo. Observa-se que a manutenção do referido trinômio trafarístico acarreta desperdício de oportunidades proexológicas, especialmente quando estas se referem às ocasiões de pico máximo de aproveitamento do tempo útil. Portanto, a decisão em seguir pelo caminho mais cosmoético e interassistencialmente produtivo depende de cada pequeno posicionamento pessoal, que pode ser iniciado no aqui-agora-já, tendo em vista a meta primordial do completismo existencial.
Conscientiotherapia Flávia Aouar Cerqueira Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
O presente relato aborda projeção consciente em comunidade extrafísica baratrosférica onde a projetora pode experimentar fenômeno da transfiguração do psicossoma e nível de lucidez acima do vivenciado dia-a-dia, apesar do lastreamento energético, que lhe auxiliou assistir consciências vivenciando situação patológica. A experiência trouxe referencial à projetora de flexibilização de abordagens assistenciais: focando naquilo que for melhor para todos, entendimento da importância do trabalho energético para a sustentabilidade pessoal e saturação do mentalsoma como técnica para as experiências fora do corpo.
Homo Projector Jéssica Calinsque v. 03 n. 01 - JAN/JUN – 2016 (2016-01)
Este artigo objetiva a publicação da investigação quanto ao nível de autocoerência apresentado pela autora em sua manifestação consciencial multidimensional, expondo casuística e propondo técnicas de autopesquisa para o mapeamento da realidade consciencial. A metodologia contemplou a aplicação da autoconscienciometria na vigília física ordinária, o checkup holopensênico e a autoanálise a partir do inventário projeciológico para a identificação de trafores e autossuperação de trafares. Sugere condutas terapêuticas e conclui sobre a importância das experiências projetivas e da valorização das conquistas evolutivas para a atualização da autoimagem consciencial.
Homo Projector Marise Barros v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)
O trabalho aborda a autoconfiança, possíveis causas da falta deste atributo consciencial, além de demonstrar alguns mecanismos de funcionamento baseados na ausência ou manifestação fraca deste atributo. Trata-se de uma pesquisa participativa, onde a autora utiliza suas experiências na condição de consciencioterapeuta. O objetivo principal é descrever técnicas autoconsciencioterápicas que possam instrumentalizar o pesquisador com baixa autoconfiança a promover autocura. Utilizou-se como metodologia o levantamento bibliográfico sobre o assunto e a compilação de anotações resultantes da autoaplicação das técnicas consciencioterápicas. A autora conclui que é possível su perar o trafal da falta de autoconfiança tendo visão realista de si mesmo e utilizando-se de estratégias efetivas de autoenfrentamento, indispensável nas reciclagens intraconscienciais.
Saúde Consciencial Gláucia Menezes Ano 1, N. 1, Setembro, 2012 (2012-09)