Este artigo é recorte da autopesquisa, em andamento, das vivências no voluntariado virtual. A autora tem vivenciado nos últimos anos situações somáticas que geraram distorções em sua autoimagem, ocasionando insegurança e posturas autodefensivas no ambiente familiar e no voluntariado. Apoiando-se no trafor da coragem e determinação, relata o autoenfrentamento ao assumir a docência on-line em turma do curso Bases do Pacifismo: do belicismo à compreensão da paz. Para isso, analisou fatos, parafatos e parapercepções vivenciados. Constatou nessa experiência que a autoimagem distorcida devia-se ao impedimento da autoexposição e enfrentamento da perda auditiva que a afastavam das funções propostas no voluntariado virtual. O realinhamento das posturas assistenciais e a assunção de novas tarefas no voluntariado virtual proporcionaram a ressignificação da autoimagem.
Homo Projector Maria José Carvalho Bento v. 07 n. 02 - JUL/DEZ - 2020 (2020-07)
O presente artigo visa discutir aspectos práticos sobre o autodiagnóstico e autocientificidade, visando à identificação e terapêutica de erros diagnósticos. Descreve a parassemiologia da autocientificidade do autor, contendo dois relatos autopesquisísticos que ilustram erros diagnósticos de traços de manifestação, a análise da autoimagem e dos mecanismos de defesa do ego relacionados e abordagem autoconsciencioterápica utilizada para chegar ao diagnóstico correto. Finaliza com o enfoque na importância da autocrítica para a acurácia da parassemiologia pessoal, e com a proposição da continuidade da autopesquisa e autoconsciencioterapia guiadas por evidências factuais para a ampliação do campo de estudo proposto.
Conscientiotherapia Guilherme Ribeiro Matos Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
Este artigo objetiva a publicação da investigação quanto ao nível de autocoerência apresentado pela autora em sua manifestação consciencial multidimensional, expondo casuística e propondo técnicas de autopesquisa para o mapeamento da realidade consciencial. A metodologia contemplou a aplicação da autoconscienciometria na vigília física ordinária, o checkup holopensênico e a autoanálise a partir do inventário projeciológico para a identificação de trafores e autossuperação de trafares. Sugere condutas terapêuticas e conclui sobre a importância das experiências projetivas e da valorização das conquistas evolutivas para a atualização da autoimagem consciencial.
Homo Projector Marise Barros v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)