O Colloquium Consciencioterápico é atividade de debate desenvolvida pela OIC (Organização Internacional de Consciencioterapia). O artigo procura caracterizar essa atividade, salientando que os debates promovidos podem facilitar o autodesassédio mentalsomático e enfatiza a importância do acolhimento e da impactoterapia na ampliação da autopercepção dos evolucientes. Outro ponto discutido no texto é o epicentrismo exercido pelos consciencioterapeutas na condução desse importante recurso interassistencial.
Conscientiotherapia Ivo Valente Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
A experiência da consciência fora do corpo humano é um fenômeno natural, relatado desde a antiguidade pelos povos mais primitivos até os mais cultos em diferentes épocas. Encarada como fenômeno místico ou religioso, foi ocultada por longo período da história, voltando aos poucos a ser relatada. Neste momento de expansão do conhecimento, cada vez mais, as plataformas virtuais representam formas de auxiliar o aluno interessado em projeções da consciência a compreender melhor o assunto e a ter as suas experiências. O objetivo geral é mostrar como um curso a distância pode se mostrar efetivo no ganho de autoconfiança parapsíquica de pessoas ao acessarem as ideias da Projeciologia. O presente artigo apresenta os experimentos laboratoriais relativos ao Projeto Fly-in, ocorridos durante a realização das turmas do Curso de Projeciologia a Distância, no ano 2019. Ao longo do curso, os alunos foram instruídos a se projetar e inspecionar 4 objetos-alvo não revelados e um número de 5 dígitos dispostos em uma sala. Após a experiência, deveriam relatar as suas observações. Os resultados da pesquisa indicam várias vivências de fenômenos parapsíquicos entre os alunos, porém, só identificados pela contribuição do grupo. O reforço positivo dos colegas e professores motivam os alunos a continuarem os estudos e seguirem com novas tentativas.
Homo Projector Alessandra Pawelec, Priscila Carvalho v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O presente artigo tem por objetivo incentivar recuperação de unidades de medidas lucidez (cons) por meio do acesso retromnemônico como ferramenta desencadeadora da expansão da consciência, a fim de ampliar compreensão acerca das inter-relações conscienciais, programação existencial (proéxis) e melhorar qualificação evolutiva. A metodologia utilizada concentrou-se na aplicação de 9 técnicas. Os dados foram coletados através de registro, no período de 18 meses, a partir de estudos diários, técnicas projetivas e vivências da autora. Os mesmo foram divididos em relatos projetivos (Projeciografia) e experiências em vigília física ordinária, analisados através das abordagens quantitativas e qualitativas, sendo avaliados: fenômenos parapsíquicos, contexto extrafísico da projeção e recuperação de cons. Concluiu-se, através dos experimentos, um o descortinamento das pararrealidades pessoais, gerando reflexões e reciclagens, ampliando a lucidez consciencial, e direcionando a consecução da maxiproéxis.
Homo Projector Helaine Solano Lima de Carvalho v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
Este artigo traz a vivência da autora, projetora espontânea precoce, ao se perceber vivendo em momento de recesso projetivo. Relata a circunstância da descoberta da interrupção das experiências extrafísicas, os possíveis fatores desencadeantes e apresenta sugestões para superá-los. Trata-se de pesquisa em fase inicial, bem como a implementação de rotinas para alcançar a meta principal, a projeção lúcida da consciência, valor importante para a pesquisadora. Objetiva também elucidar e sanar os possíveis fatores que dificultam a projetabilidade lúcida e assim superar o recesso projetivo. Como metodologia utilizou obras referentes ao fenômeno da Projeção Consciente, participação na EPL, Escola de Projeção Lúcida, atuação no GPC Projeciologia, aplicação técnicas energéticas e projetivas, e a técnica de imobilidade física vígil.
Homo Projector Joseane Sartori Vezaro v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O entendimento da interassistência é muito importante na evolução consciencial. A projecioterapia é modalidade de interassistência fundamentada na vivência do paradigma consciencial. O objetivo deste trabalho é caracterizar a projecioterapia em relação às indicações para a utilização da técnica projecioterápica no contexto das atividades consciencioterápicas, aos fenômenos parapsíquicos observados e aos efeitos da aplicação da técnica. A metodologia é fundamentada na vivência direta do pesquisador em quase duas décadas de trabalho ininterrupto na dupla condição de consciencioterapeuta e de evoluciente nas mais diferentes modalidades de assistência consciencioterápica e projecioterápica. O trabalho enumera diversos aspectos da projecioterapia em relação às indicações, fenômenos e efeitos. Chega-se à conclusão de que a projecioterapia é diferencial importante das atividades consciencioterápicas na ampliação da autoconsciencialidade.
Homo Projector Ivo Valente v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O artigo apresenta o constructo Disrupção Mentalsomática Parapsíquica, elaborado pelos a partir das análises e debates de vivências nas quais os autores conseguiram romper com o fluxo de pensenes negativos e estabelecer fluxo de autopensenização mentalsomática. As trocas de informações entre os 3 autores, as técnicas aplicadas e a conexão com a equipex, contribuiram para a autossuperação em contextos complexos e desafiadores da vida, fortalecendo a confiança no parapsiquismo pessoal, a ampliação da lucidez nas parapercepções e as reciclagens de pensenes antievolutivos e antagônicos à prática da interassistencialidade. Os autores concluem enfatizando a necessidade de valorizar e utilizar com maior propriedade, as paratecnologias pró-evolutivas nos momentos mais críticos da seriéxis.
Homo Projector Iara Manfrim, Rita Solange Rigo, Marco Antonio do Nascimento v. 06 n. 02 - JUL/DEZ – 2019 (2019-07)
O artigo registra as vivências parapsíquicas da autora entre os meses de março a dezembro de 2017, na Dinâmica da Clarividência Facial, realizada no Centro Educacional de Autopesquisa (CEA), em Florianópolis (SC). Aborda as autoexperimentações nos acoplamentos de interfusão energética realizados entre a autora e coadjutores nas práticas regulares da dinâmica. A hipótese autopesquisística consistiu que a taxologia parafenomenológica configuraria valiosíssimo instrumento de captação ideativa das realidades intra e extrafísica, ampliando o potencial intelectivo parapsíquico. Para tanto, a autora lista, em ordem alfabética, 43 fenômenos psíquicos, classificados em 5 grupos em ordem funcional sob a ótica da especialidade Parapercepciologia. A taxologia dos parafenômenos configurou afilamento ao nível de apreensibilidade quanto aos achados parapesquisistícos.
Homo Projector Marlene Comiotto v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
O livro “Muitas Vozes” é a tradução da autobiografia de Eileen J. Garret. A obra expõe a trajetória, experiências e ideias que nortearam sua própria vida na condição de médium de transe, assistente e pesquisadora, com criticidade e lealdade aos próprios princípios existenciais. A publicação detalha as inúmeras investigações paranormais as quais se submeteu e traça breve perfil das diversas personalidades com os quais trabalhou na realização dessas pesquisas.
Homo Projector Nilzabete Corrêa da Silva v. 04 n. 02 - JUL/DEZ – 2017 (2017-07)
A cidade de São Francisco, nos EUA, é o palco do filme E Se Fosse Verdade, onde uma médica, recém-formada, residente de um hospital, sofre acidente automobilístico e permanece em coma por vários dias. O destaque para este enredo é o fato de esta consciência se manifestar e interagir com outra conscin, o homem que alugou o apartamento onde ela morava. Ele escolheu este imóvel por julgá-lo tranquilo e pensar que lhe traria calmaria, mas ela constantemente retorna àquele local. Inicialmente o jovem considerou as aparições dela tratarem-se de pessoa morta, ainda sem aceitar o fato, e tentou ajudá-la a entender e a “fazer a passagem”. Desta forma eles tornam-se amigos, se envolvem intimamente e se ajudam cada qual com suas dificuldades de vida. O desenrolar do filme apresenta diversos parafenômenos, mudança de paradigma e evidencia ser a falta de conhecimento multidimensional fator dificultador da percepção mais ampla da realidade.
Homo Projector Melissa Wisnieski v. 04 n. 02 - JUL/DEZ – 2017 (2017-07)
A troca de conhecimento em sala de aula é uma forma de dar continuidade na obtenção de novas informações. Os recursos parapedagógicos são meios multidimensio nais que servem para alcançar um determinado objetivo antes, durante e depois da aula ministrada. A parapedagogia aborda o processo pedagógico de forma integral, ho lossomática, multidimensional e multiexistencial. A erudição é o ato da consciência obter conhecimento, cultura variada, instrução, adquirido através da leitura e da vivência. O parapsiquismo é de grande relevância para a consciência saber atuar do modo certo e na hora certa. A erudição associada ao parapsiquismo auxilia na interassistencialidade lúcida e cosmoética, pois através do conhecimento especializado em determinado assunto pode haver esclarecimento do público intrafísico e extrafísico no momento certo. Este artigo tem por objetivo apresentar recursos parapedagógicos estudados e aplicados pela autora, auxiliando assim os professores de Conscienciologia interessados em qualificar seus estudos e desenvolver a erudição parapsíquica.
Parapedagogia Lucimara Ribas Frederico ANO 7, NÚMERO 7, OUTUBRO DE 2017 (2017)
Descobrir o que pode estar dificultando a mudança de patamar evolutivo nem sempre é fácil. Sua não identificação paralisa, pois se não há nada a ser trabalhado, seja positivo ou negativo, não há mudança possível. O presente artigo tem objetivo de apresentar a trajetória da autora, desde a dificuldade em identificar o motivo da estagnação do desenvolvimento parapsíquico, até o processo de superação. Para tanto, utilizou ferramentas de autoavaliação e autoenfrentamento, resultando na descoberta de interprisão grupocármica e na consequente reconciliação. Além disso, a superação gerou sentimentos de alívio, liberdade, aporte energético e autoconfiança.
Homo Projector Juliana Puppin v. 03 n. 01 - JAN/JUN – 2016 (2016-01)
Aula, em Conscienciologia, é tarefa executada por equipe intra e extrafísica em que um dos principais objetivos é trazer à tona lembranças do compromisso evolutivo assumido no período intermissivo, e ao seu cumprimento, promover o completismo. Este artigo busca realçar a importância do trabalho assistencial executado pelo grupo de assistentes de cursos, chamados na ASSIPEC - Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia, de grupo de sustentabilidade de campo energético ou ainda, grupo de apoio, grupo cuja ação favorece a realização da proéxis grupal quanto à tares. A metodologia empregada refere-se a observações construídas pela autora, como voluntária da referida Instituição, durante o período de 2006 a 2010, em que atuou como parte da equipe de apoio e sustentabilidade de campo e também, observações efetuadas sobre a equipe respectiva, como docente, a partir de 2010. A autora apresenta atitudes qualificadoras da tarefa e relata trafores desenvolvidos por ela enquanto pertencente ao grupo de apoio. Conclui que um grupo de apoio harmônico facilita o completismo relativo à docência em Conscienciologia.
Parapedagogia Maria Cristina Ritter Mazzini ANO 6, NÚMERO 6, OUTUBRO DE 2016 (2016)
Esta biografia sobre Agostinho de Hipona, também conhecido por Santo Agostinho, enfoca suas principais contribuições intelectuais e educacionais. Ela aborda, também, alguns fenômenos parapsíquicos vivenciados por ele, que contribuíram para a formação de sua visão de mundo, e casos de comunicação entre “mortos e vivos” que chamaram sua atenção, inclusive com descrição de típica EQM (Experiência de Quase-morte). O trabalho foi elaborado a partir de pesquisa bibliográfica em obras de Agostinho, além de outras escritas sobre ele.
Homo Projector Maurício Salles v. 02 n. 02 - JUL/DEZ – 2015 (2015-07)
Este artigo aborda a temática do desenvolvimento energético e parapsíquico, e o papel do autoesforço como meio para desenvolvê-los. Contém breve discussão sobre a importância do domínio energético e parapsíquico para a autoevolução, e como ferramentas para a interassistência. Também apresenta a técnica de 40 estados vibracionais diários, estratégias para sua implementação e a relação entre as reciclagens intraconscienciais e a profundidade dos trabalhos energéticos. Por fim, discute sobre a experimentação do autor com a técnica e os resultados obtidos em dois meses e meio de sua utilização.
Homo Projector Márcio César v. 02 n. 02 - JUL/DEZ – 2015 (2015-07)
Este trabalho aborda o papel do autoesforço no desenvolvimento energético e parapsíquico. Ele discute a importância do domínio energético e parapsíquico para a autoevolução e sua condição de ferramenta para a interassistência. Apresenta, também, a técnica de 40 estados vibracionais diários, além de estratégias para implementação e resultados obtidos pelo autor ao experimentá-la. Mostra, por fim, a relação entre a profundidade dos trabalhos energéticos e as reciclagens intraconscienciais.
Homo Projector Márcio da Silva César v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)
O trabalho propõe o desenvolvimento do dicionário cerebral parapsíquico iniciando pela teoria e buscando ampliar a teática das vivências com as bioenergias e parafenômenos. O parapercipiente identifica as habilidades parapsíquicas e, quando estuda e anota as experiências, amplia o neuroléxico parapsíquico. Concluindo, as ações para formar o dicionário cerebral parapsíquico torna a conscin mais acessível para os amparadores, ao mesmo tempo fica mais lúcida para a condição de consciex no intrafísico, facilitando a lucidez extrafísica.
Homo Projector Michelle Pontes v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)
Este artigo tem por objetivo mostrar a autocientificidade aplicada à Autopesquisologia com o intuito de não tornar místicas as experiências parapsíquicas.Trata-se de aprender a utilizar cientificamente este recurso indispensável para a evolução da consciência. A aplicação da Experimentologia no dia-a-dia com discernimento e criticidade é um modo de atuação da autocientificidade na prática. Para atingir tal objetivo, um algoritmo autopesquisístico experimental é apresentado.
Interparadigmas Adriana Kauati Ano 2 - N. 2: Parapercepciologia (2014)
Este artigo objetiva trazer reflexões e levantar questionamentos sobre o que estamos denominando fazer parapedagógico - quarta etapa do Ciclo de Qualificação da Práxis Parapedagógica, conceito que a Reaprendentia utiliza em seu Curso para Formação de Professores de Conscienciologia (ano-base: 2013). O fazer parapedagógico refere-se ao processo de parapreceptoria em que há contato dos amparadores de função e da própria equipe extrafísica com professores e alunos nas aulas de Conscienciologia ministradas por professores ativos ou em formação. Trata-se de constructo já vivenciado por muitos professores veteranos, porém ainda pouco estudado. No presente texto, refletimos sobre sua natureza parapsíquica, sua aplicabilidade, os fenômenos presentes, suas repercussões e desdobramentos decorrentes dessa etapa. Debatemos ainda a importância da identificação, interpretação e uso autoconsciente das mensagens e insights trazidos pelos amparadores ao corpo docente com o objetivo principal de esclarecer o corpo discente da forma mais pontual e interassistencial possível: o que estamos chaman do de transposição paradidática. Por fim, propomos questionamentos que nos ajudem a ampliar nossa compreensão e utilização cosmoética e autolúcida do conceito principal deste artigo. Concluímos sugerindo uma reflexão aberta e questionadora sobre a precisão neologística da expressão composta fazer parapedagógico. Em uma breve explanação , podemos dizer que: (1) os conteúdos referem-se aos conhecimentos (sejam eles formais ou informais), as vivências e reflexões do professor de Conscienciologia; (2) a transposição didática estuda a melhor maneira de o professor promover a recuperação e/ou construção do conteúdo da aula com os alunos; (3) a interação com o campo energético parapedagógico permite ao professor perceber a dinâmica do campo instalado em sala, suas inter-relações e repercussões; 1 Para mais detalhes sobre o Ciclo, favor ler artigo do mesmo autor neste número da Revista de Parapedagogia. ALVES, Hegrisson. Fazer Parapedagógico: Parapreceptoria na Docência Conscienciológica. 31-39
Parapedagogia Hegrisson Alves ANO 3, NÚMERO 3, OUTUBRO DE 2013 (2013)
Este artigo visa demonstrar que a autoconsciencioterapia, aplicada de maneira técnica e com o uso do parapsiquismo cosmoético, pode ampliar o autoconhecimento. As ferramentas de pesquisa utilizadas foram os atendimen tos consciencioterápicos, a autoconsciencioterapia contínua, a participação em cursos de Conscienciologia, pesquisas bibliográficas e tenepes. A auto in vestigação, o autodiagnóstico, o autoenfrentamento e a autossuperação fo ram exem pli fi cadas através da vivência pessoal. A autora conclui que a autoevolução pode ser acelerada com o uso do parapsiquismo, pois o mesmo amplia a visão de conjunto, mostrando uma realidade intra e extrafísica mais abrangente.
Saúde Consciencial Patricia Wetzel Ano 1, N. 1, Setembro, 2012 (2012-09)
Este artigo apresenta o resultado de observações pessoais sobre fenômenos parapsíquicos vivenciados durante o período da pré-aula de Conscienciologia. Os dados da pesquisa foram obtidos através da utilização do método qualitativo da auto-observação, sob viés do paradigma consciencial, com anotações em agenda parapsíquica específica. A partir desse registro foi possível identificar e qualificar as percepções parapsíquicas numa prospectiva da tares. Para isso, a releitura reflexiva periódica das anotações colaborou para melhor compreensão dos fatos e parafatos na pré-aula. Uma das conclusões dessa pesquisa é que, se focarmos no corpo discente e paradiscente da aula conscienciológica (docência focada no aluno) com predisposição à intercomunicação multidimensional junto aos amparadores, há otimização dos fenômenos parapsíquicos pessoais mais afinizados com a meta tarística a ser realizada - auto-herança parapsíquica (Vieira, 2011). Observei também que as anotações sistemáticas favorecem a expansão da preparação da aula para além do conteúdo e contribuem para autoconfiança docente dando ao professor competência para mais autodesassédio e heterodesassédio.
Parapedagogia Adriana Rocha ANO 1, NÚMERO 1, OUTUBRO DE 2011 (2011-10)