Este artigo tem por objetivo servir de aporte tarístico, teático (teoria e prática), para consciências interessadas em promover reciclagens intraconscienciais (recins) e subsequente melhora na qualidade de sua Tarefa Energética Pessoal (tenepes). Trata-se de metodologia autoconsciencioterápica, multimétodos para coleta e posterior análise de dados. Os instrumentos utilizados foram: diário de campo tenepesístico; diário de campo projeciológico; ficha de registros holossomáticos; ficha de heterocríticas contendo trafores e trafares. São apresentadas as técnicas utilizadas em cada fase autoconsciencioterápica, até o atual momento de autopesquisa, traço-fardo identificado e holopensene predominante materpensene. Os dados são discutidos quanto à necessidade de autopesquisa ininterrupta para reciclagens intraconscienciais contínuas e maior qualificação do tenepessista para essa tarefa interassistencial máxima assumida na vida intrafisica. Os resultados da autopesquisa permitem expandir a hipótese de que a tenepes, além de técnica interassistencial, pode ser um meio catalisador para recins por parte do praticante.
Conscientiotherapia Helen Durgante Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
O fenômeno heteroencapsulamento, vivenciado pelo autor por um período ininterrupto de três meses, constitui o foco de abordagem deste artigo Metodologicamente, a pesquisa foi elaborada por meio de estudo de caso pessoal com base na revisão da literatura, nos registros de vivências provenientes da Técnica Energética Pessoal (TENEPES), além de autoavaliações resultantes da autopesquisa e da participação no Laboratório de Técnicas Energéticas. Descreve-se uma técnica de encapsulamento (heteroencapsulamento), interpretada pelo autor como extrapolação parapsíquica - pela complexidade e abrangência do parafenômeno, sendo também paradidática Isto porque proporcionou avanços nas recins (reciclagem interconsciencial), mostrando, ainda, que o heteroencapsulamento, além de manobra energética defensiva, pode assumir a finalidade complementar de promoção de esclarecimentos sobre interações complexas, como a autopercepção holossomática seletiva (um veículo analisado e percebido isoladamente).
Homo Projector Givanildo Severino Santos da Silva v. 06 n. 02 - JUL/DEZ – 2019 (2019-07)
O objetivo deste trabalho é apresentar vivências da autora na consciencioterapia intensiva e grupos consciencioterápicos. Para isso, expõe a autoinvestigação das imaturidades afetivas, consideradas na relação com o outro, com a multidimensionalidade e o amparo e a falta de autoafetividade sadia. Destaca a identificação do traço de egoísmo como autodiagnóstico e os autoenfrentamentos de doação interassistencial, fortalecidos com a retomada da tenepes. Por fim, ressalta diretrizes proexológicas resultantes desse percurso e a gratidão aos envolvidos no processo, assim como a importância da consciencioterapia como ferramenta evolutiva, de modo a estimular outras consciências a iniciar seu processo consciencioterápico.
Conscientiotherapia Bianca Lopes Sarubbi Ano 7, N. 7, Setembro, 2018 (2018-09)
Em abril de 2017, o GPC Tenepes Caxias do Sul passou a levantar hipóteses sobre processos de reurbanizações vigentes na cidade. Para aprofundar o tema, realizaram-se debates entre seus integrantes, os quais direcionaram o aprofundamento em pesquisas bibliográficas. Objetivando contribuir nas reurbexes, o grupo propôs-se a investir na autoqualificação pensênica, catalisadora de recins e recéxis. Para tal, utilizou-se da paratécnica da indução da autopensenidade pró-evolutiva, elencando os pensenes de caráter nosográfico considerados mais relevantes a serem monitorados para sobrepairar o holopensene da mesologia, passando, posteriormente, por período de auto-observação quanto a estes, no intervalo entre dois encontros quinzenais. Do conteúdo experenciado destaca-se a preponderância do belicopensene. Adicionalmente, pôde-se entrever a ocorrência de grande integração multidimensional no CEA IIPC Caxias do Sul, possibilitando vislumbrar a realidade da grupalidade extrafísica avançada, coordenada pelos evoluciólogos para promover auto e hetero-revezamentos na consecução da maxiproéxis grupal.
Homo Projector GPC Tenepes IIPC Caxias do Sul v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
Este artigo aborda os seis meses de tratamento consciencioterápico do autor e seu efeito facilitador das autorreciclagens e catalisador para a autoevolução. A metodologia da pesquisa foi de estudo de caso pessoal com base nos registros de vivências do período em que esteve em atendimento consciencioterápico para a autoinvestigação dos conflitos internos, identificar os autodiagnósticos, fazer autoprescrições de autoenfrentamento e autossuperar a autovitimização, ansiedade / medos, autodesorganização e intrafisicalizacão, principais traços identificados naquele momento evolutivo e aqui apresentados. Conclui que a autossuperação destes traços e as reciclagens intraconscienciais só ocorrem a partir da volição e coragem da consciência no autoenfrentamento de suas demandas.
Conscientiotherapia Leonardo Schneider Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
Tanto a tenepes quanto a docência conscienciológica são ferramentas evolutivas de ponta relativas à assistência multidimensional avançada. Quando combinadas, propiciam potencialização sinérgica da capacidade assistencial do conscienciólogo. Assim, neste artigo esse sinergismo é explorado em três momentos distintos: antes, durante e após um curso de Conscienciologia. São apresentados fatos, parafatos e análises referentes ao tema, além de exemplificação por meio de vivência prática do autor. Assim, espera-se fornecer subsídios ao leitor a fim de expandir o entendimento do assunto, bem como auxiliá-lo na qualificação do uso sinérgico dessas duas ferramentas.
Parapedagogia Jefferson Royer Chaurais ANO 7, NÚMERO 7, OUTUBRO DE 2017 (2017)
Este artigo é resultado do consenso obtido em debates ocorridos no Grupo de Pesquisa Conscienciológica (GPC) Tenepes/SP, durante os meses de março a junho/2015. Tem por objetivo apresentar as reflexões obtidas sobre o aprendizado grupal na isenção do pré-julgamento às consciências assistidas, a partir da autopesquisa das integrantes, destacando os eventos parapsíquicos relacionados ao tema. Enfoca, também, os efeitos pressentidos na interassistência e compromisso com a reurbanização extrafísica (reurbex) planetária. Busca oferecer subsídios para a identificação das situações onde o tenepessista pode fazer a reciclagem dos traços fardos (trafares), motivando a aquisição de maior lucidez e percepção dos benefícios de interassistência avançada através da tenepes. A metodologia aplicada foi observação, análise e interpretação dos fatos e parafatos na vivência diária das integrantes do GPC Tenepes/SP. Traz considerações apresentando o conceito entendido pelas autoras e as seções “efeitos pressentidos na interassistência” e as reflexões sobre o tenepessista enquanto “minipeça do maximecanismo da reurbex”. Conclui pela necessidade de aprofundar os estudos sobre o tema para que o praticante da tenepes avance na qualificação da interassistência estendendo à projetabilidade lúcida.
Homo Projector Viviane Aparecida de Sousa, Maria do Carmo Benine, Maria Sandra Nascimento, Suzi Gussakov, Izilda Fresiansd v. 02 n. 02 - JUL/DEZ – 2015 - S (2015-07)
Este artigo objetiva abordar a projeção lúcida assistencial em ambientes extrafísicos parambulatoriais. Analisa a projetabilidade lúcida durante o período do sono natural, define parambulatório e caracteriza os atributos necessários à condição de parambulatorista, bem como apresenta proposta de programa de desenvolvimento da projetabilidade lúcida interassistencial em parmbulatórios. Conclui que: a projetabilidade lúcida parambulatorial depende da habilidade projetiva lúcida e do holopensene interassistencial; a técnica do sonho lúcido contribui para se atingir a projeção consciente; o caráter assistencial da projeção lúcida deriva do holopensene interassistencial pessoal; a tenepes é melhor meio para consolidação de tal holopensene.
Homo Projector Hernande Leite v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)