O embasamento deste artigo emana das autorreflexões sobre o sinergismo entre a projeção consciente e a cosmoética, pilares evolutivos alicerçados pelas Ciências Projeciologia e Conscienciologia. O texto apresenta apreensões teóricas de experiências espontâneas e anímicas, orientadas pelos tratados de autoria de Waldo Vieira (WV). A autora reforça em suas vivências a tese apresentada por WV de que todas as consciências inevitavelmente passarão pela experiência lúcida fora do corpo para dinamizar a evolução da autocosmoética. Este artigo traz hipóteses de que o esforço, a persistência e a manutenção a autopesquisa projeciológica, favorecem à compreensão dos princípios cosmoéticos; enquanto a vivência aplicada destes princípios, ampliariam a lucidez e o tempo de permanência da conscin projetada, em estágios de ascendência na escala do estado de consciência contínua. Ao final, apresenta considerações referentes à satisfação íntima e libertação nas interrelações, alcançados pela aplicação lúcida do sinergismo cosmoética-projeção consciente, considerado na autopesquisa, vetor propulsor da qualificação ascendente da interassistencialidade.
Homo Projector Maria da Graça Berbigier v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O presente trabalho é o resultado da autopesquisa da autora, trazendo a hipótese da Projeção Consciente, espontânea ou provocada, ser ferramenta indispensável para a observação dos índices de conflitividade ou do patamar de pacificação íntima vivenciados pela conscin. A autoavaliação multidimensional amplia sobremaneira as possibilidades autopesquisísticas do(a) experimentador(a). A autora traça cotejo reflexivo entre as manifestações pensênicas nos estados conscienciais de vigília física e projetado; analisa os efeitos intrínsecos e convergentes do belicismo ou pacifismo entre o holopensene do planeta, o holopensene grupocármico e o holopensene egocármico de ressoma da conscin. A metodologia utilizada foi a autopesquisa das projeções conscientes provocadas intencionalmente para resolver questões conflitivas, mas também para identificar a matriz pensênica, seja ela mais belicosa ou pacificadora. Por fim, traz a abordagem de que a paz é movimento de transformação íntima, que produz efeito transbordante somando positivamente para a mudança do holopensene coletivo.
Homo Projector Maria da Graça Berbigier v. 02 n. 01 - JAN/JUN – 2015 (2015-01)
Este artigo busca divulgar a importância do posicionamento para desenvolver a projetabilidade lúcida, e propõe a aplicação repetida de técnicas como procedimento de start no despertar parapsíquico do experimentador ou experimentadora. O objetivo, ao relatar as experiências vividas pelos autores, é demonstrar como o esforço traz resultados que podem surpreender, tanto os iniciantes quanto os mais veteranos. O método utilizado, entre outros, foi a aplicação de técnicas energéticas e projetivas durante 18 encontros semanais da Escola de Projetabilidade Lúcida - EPL. Os experimentos não só demonstraram a capacidade parapsíquica individual quanto oportunizaram o aprendizado de fenômenos parapsíquicos, os quais quando utilizados com discernimento e cosmoética, são ferramentas indispensáveis para quem pretende se disponibilizar à interassistência multidimensional com maior lucidez e eficiência.
Homo Projector Elizabete Vale da Silva, Maria da Graça Berbigier, João Batista Durgante Colpo, Silvia Helena Virote de Souza, Ana Beatriz Martins Berbigier, Paulo Ricardo Araujo de Souza, Carmem Lucia Gonçalves Skierecz, Susana Guiomar Rosa Martins v. 01 n. 01 - JUL/DEZ – 2014 (2014-07)