O embasamento deste artigo emana das autorreflexões sobre o sinergismo entre a projeção consciente e a cosmoética, pilares evolutivos alicerçados pelas Ciências Projeciologia e Conscienciologia. O texto apresenta apreensões teóricas de experiências espontâneas e anímicas, orientadas pelos tratados de autoria de Waldo Vieira (WV). A autora reforça em suas vivências a tese apresentada por WV de que todas as consciências inevitavelmente passarão pela experiência lúcida fora do corpo para dinamizar a evolução da autocosmoética. Este artigo traz hipóteses de que o esforço, a persistência e a manutenção a autopesquisa projeciológica, favorecem à compreensão dos princípios cosmoéticos; enquanto a vivência aplicada destes princípios, ampliariam a lucidez e o tempo de permanência da conscin projetada, em estágios de ascendência na escala do estado de consciência contínua. Ao final, apresenta considerações referentes à satisfação íntima e libertação nas interrelações, alcançados pela aplicação lúcida do sinergismo cosmoética-projeção consciente, considerado na autopesquisa, vetor propulsor da qualificação ascendente da interassistencialidade.
Homo Projector Maria da Graça Berbigier v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
O artigo, escrito ao modo de relato de autovivências, aborda a potencialização da autoconsciencioterapia a partir da conexão sinérgica das experimentações pessoais ocorridas entre novembro de 2016 e junho de 2017. São apresentadas as interações entre os atendimentos consciencioterápicos individuais com vistas à formação em consciencioterapia, a experimentação grupal da técnica de mais 1 ano de vida intrafísica, a monitoria de grupos consciencioterápicos, a escrita e debate de verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia e o desempenho dos papéis de tenepessista e duplista. A partir das observações, reflexões e análises, o autor elenca evidências da contribuição do sinergismo autoexperimentológico para a catálise autoconsciencioterápica.
Conscientiotherapia Álvarez Dantas Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)
Saber ouvir e traduzir as informações transmitidas pela equipe de parapreceptoria no ambiente parapedagógico é tarefa desafiadora para o professor de Conscienciologia. Este artigo apresenta algumas reflexões acerca do funcionamento da atuação dos amparadores na fase do fazer parapedagógico, bem como procura demonstrar que alguns fatores ou posturas por parte do docente podem ser facilitadores ou otimizadores para a sinergia entre a equipe intrafísica e a equipe extrafísica. A metodologia da pesquisa baseou-se em experiências da autora na condição de professoranda do CFPC da Reaprendentia (turma 08), na observação dos colegas de curso e no estudo de referências bibliográficas.
Parapedagogia Adriane Corrêa ANO 6, NÚMERO 6, OUTUBRO DE 2016 (2016)