O artigo apresenta casuística pessoal relacionada ao megatrafar
do controle e a ocorrência de surtos emocionais. Além disso, fazem-se correlações
entre possível herança paragenética e fôrma holopensênica. Apresenta-
se listagem de trafares associados ao megatravão pessoal e as etapas do
ciclo consciencioterápico aplicadas desde a autoinvestigação até os indicadores
de autossuperação. A metodologia utilizada foi a consulta ao conjunto
de anotações durante e após sessões consciencioterápicas e à bibliografia
específica relacionada ao tema. Os resultados pesquisísticos apontam para
caminho de superação do megatrafar pela aplicação de ações práticas cotidianas
a curto e longo prazos.
Conscientiotherapia Giuliana Vieira da Costa Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
Este trabalho aborda elementos consciencioterápicos de autanamnese,
paradiagnóstico e paraterapêutica aplicados ao retrotrauma, patopensene
manifesto na atual existência humana, relacionado com a autexperiência
estressora em vida pregressa. De início, há breve exposição de aspectos
autoconsciencioterápicos relacionados ao tema. Em seguida, o artigo traz
a possível correlação entre doenças e causas paragenéticas originadas de
eventos estressores multiexistenciais. Por fim, detalha conceitos relevantes
à autoconsciencioterapia do retrotrauma. A metodologia de pesquisa é sustentada
na experiência acumulada deste autor em 3 cenários interassistenciológicos:
a autopesquisa consciencioterápica e a heteropesquisa nos contextos
paraclínico e epiconológico. A hipótese testada é de a abordagem autoconsciencioterapêutica
do evoluciente lúcido, proposta neste material, constituir
importante recurso tarístico para o auxílio às autocuras retrotraumatológicas.
O objetivo deste texto é contribuir com a proposição de ferramentas autoterapêuticas
úteis à identificação e correção de retrotraumas. A conclusão do
trabalho aponta para a viabilidade da promoção da autocura de retrotraumas.
Conscientiotherapia Marco Almeida Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
O presente artigo tem o objetivo de apresentar o percurso da autora em sua autopesquisa, desde o ano de 2009 até os dias atuais, visando a reconciliação intraconsciencial. Nesse processo a autora identifica o orgulho como traço principal constituinte de seu temperamento pessoal. Decide para si mesma não poder banalizar esse traço, pois sabe de seu anacronismo e intensidade importante em sua manifestação. Diante da autoconscientização do orgulho como traço principal de seu temperamento, a autora toma a atitude de olhá-lo e abordá-lo cara a cara, no intuito de fazer a depuração desse padrão em sua manifestação consciencial ao longo de suas vidas intermitentes. Reconhece que sua manifestação se dá, principalmente, no seu sentido de desdém quando demonstra desprezo pelo outro se sentindo superior. Com o objetivo de fazer seu autoenfrentamento a autora opta pela aquisição de traço faltante tal qual o apreço para eliminar os efeitos nosográficos do orgulho e qualificar a manifestação consciencial. A autora conclui que os efeitos dessa autopesquisa já são observados em sua manifestação consciencial sendo promovedores de nova modulação comportamental e pensênica resultando em ações recinológicas e reconciliações para modificar traços anacrônicos.
Homo Projector Marlene da Conceição Rezende v. 07 n. 02 - JUL/DEZ - 2020 (2020-07)