A partir da experiência da coordenação de um grupo de voluntariado conscienciológico, as autoras começaram a lidar de forma mais constante com situações em que precisaram assumir a postura de liderança, passando a entrar em contato mais profundo com trafores e trafares pessoais, relacionados a este atributo consciencial. Esta vivência tem se mostrado bastante produtiva, propiciando o aprofundamento da autopesquisa e o desenvolvimento de técnicas e estratégias que possibilitaram a assunção do epicentrismo consciencial, bem como o desenvolvimento e o fortalecimento deste traço em sua manifestação, nos vários setores da vida multidimensional. Este artigo objetiva disponibilizar o laboratório pessoal das autoras, tornando pública a autovivência da dupla de voluntárias da equipe do IIPC da cidade de Uberaba.
Homo Projector Valeria Facury, Monica Prata v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
O presente artigo traz o relato expositivo da vivência da autora na superação das posturas dogmáticas frente ao parapsiquismo e ao trabalho interassistencial, e a reciclagem intraconsciencial autopromovida com base na Descrenciologia e no paradigma consciencial. Pretende demonstrar como o contexto religioso familiar e as autocrenças estagnantes frente ao parapsiquismo reforçavam as posturas dogmáticas vivenciadas, impedindo o autodesenvolvimento da maturidade parapsíquica. A análise do labcon pessoal e a vivência em experimentos parapsíquicos em cursos de campo bioenergético foram o percurso metodológico da análise apresentada. A recin desencadeada, a opção consciente pelo auto e heterodesassédio, o investimento no autoparapsiquismo, o trabalho assistencial no voluntariado e docência conscienciológicos se constituíram nos propulsores do empreendedorismo recinológico autoimposto, com vistas à evolução pessoal e à retomada da proéxis, com repercussão positiva no grupo evolutivo.
Homo Projector Licínia S. Gonçalves Schneider v. 03 n. 02 - JUL/DEZ – 2016 (2016-07)