A partir da experiência da coordenação de um grupo de voluntariado conscienciológico, as autoras começaram a lidar de forma mais constante com situações em que precisaram assumir a postura de liderança, passando a entrar em contato mais profundo com trafores e trafares pessoais, relacionados a este atributo consciencial. Esta vivência tem se mostrado bastante produtiva, propiciando o aprofundamento da autopesquisa e o desenvolvimento de técnicas e estratégias que possibilitaram a assunção do epicentrismo consciencial, bem como o desenvolvimento e o fortalecimento deste traço em sua manifestação, nos vários setores da vida multidimensional. Este artigo objetiva disponibilizar o laboratório pessoal das autoras, tornando pública a autovivência da dupla de voluntárias da equipe do IIPC da cidade de Uberaba.