Este artigo visa auxiliar à compreensão da reciclagem existencial que o voluntário vivencia ao intencionar ser um assistente consciencial. A elaboração do artigo baseia-se em fatos vivenciados pela autora, propulsores da reciclagem existencial necessária para que atuasse com mais eficiência na demanda assistencial. A identificação dos traços da autora no decorrer do voluntariado foi importante para o continuísmo de neoposturas, tendo em vista que a compreensão do modus operandi no voluntariado ampliou-se para outras áreas da vida, facilitando a reflexão das atitudes anacrônicas vivenciadas.