Este artigo trata de pesquisa de sutilezas envolvidas na paradidática dos amparadores técnicos de função da tenepes, no intuito de promover reflexão e autorrecuperação do assistente sucumbido em suas atribuições. O objetivo é demonstrar os efeitos positivos da prontidão assistencial do tenepessista, quando requerido intra ou extrafisicamente, pela cosmoeticidade pessoal, para assistência específica, segundo autoexperimentação. Além de compartilhar os benefícios advindos pela vivência do princípio
da benignidade policármica – que aconteça o melhor para todos –, em detrimento dos interesses particulares ou pessoais. A metodologia utilizada foi a aplicação de técnicas conscienciológicas e para a análise dos dados utilizou-se a triangulação dos instrumentos e a associação de ideias. A hipótese inicial quanto à cosmoeticidade do tenepessista afetar a autoevolução e o desenvolvimento da tenepes, em vista da retroalimentação entre o comportamento do tenepessista e a complexidade da assistência,
pôde ser validada no confronto dos resultados obtidos, considerando fatos e parafatos autovivenciados.
Conscientia Sonia Regina Diniz Vol 26 - N. 4 - Out. / Dez. 2022 (2022-10)
O estudo apresenta reflexões sobre as tecnologias de abordagem,
perfis e componentes da teática interassistencial multidimensional,
com ênfase tarística. O embasamento teórico encontra-se na
Conscienciologia e a fatuística relaciona-se, principalmente, a
investigações vivenciais em todas as estruturas da Associação
lntemacional para a Evolução da Consciência -ARA CÊ, a partir da
autopesquisa, da beteropesquisa e da Refutaciologia. Na Tares,
sustenta que o limite da interassistência reside na permissão do assistido para que a assistência se efetive, condição sine qua non.
Conclui pela incidência do aprendizado evolutivo nas áreas afins,
individual e coletivo, sistemático e contínuo, a partir do Código
Pessoal de Cosmoética -CPC.