A pesquisadora expõe a importância das escolhas cosmoéticas no momento de crise evolutiva, quando decidiu promover a autopesquisa e mudar, no momento de exaustão máxima. Comprova, por meio de fatos e parafatos, perdas evolutivas no período de afastamento do voluntariado, a retomada de tarefas, a autossuperação da crise, com metas objetivas traçadas, durante o ápice de saturação, cuja vontade inquebrantável era a autorrenovação.