O artigo apresenta autopesquisa sobre a distributividade
interassistencial gesconológica, fundamentado em expedição interassistencial
do autor e sua duplista ao Triângulo Mineiro, entre 26/04/2024
e 11/05/2024. Foram doados exemplares do Dicionário de Consciencioterapeuticologia
e da Revista Ilustrada de Consciencioterapia a bibliotecas
selecionadas, favorecendo a aproximação de intermissivistas com
a especialidade Consciencioterapeuticologia. O estudo descreve o planejamento,
a execução e o desfecho da expedição, expandindo o conceito
de distributividade a partir da matemática, com analogia ao autoconsciencioterapeuta
enquanto fator multiplicador de homeostase. Ressalta
a importância da ortopensenidade, paradiplomacia e parassegurança no
êxito da tarefa interassistencial. Ao final, são relatados efeitos autoconsciencioterápicos,
reafirmando a distributividade interassistencial gesconológica
como catalisadora da homeostasia e evolução consciencial de
intermissivistas
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
O artigo estuda o surto consciencial, fenômeno de ruptura intensa
e transitória da homeostase holossomática, abordado sob a ótica da
Homeostaticologia e do Paradigma Consciencial. Define características
como intensidade, agudeza, disrupção e imprevisibilidade, e analisa os
fatores de instabilidade holossomática. São propostas diretrizes práticas
para o atendimento consciencioterápico durante surtos, com ênfase na
parassegurança, acolhimento e atuação em conjunto com amparadores.
O texto explora ainda a Parafisiopatologia do surto, seus efeitos e possíveis
prognósticos evolutivos. Visa instrumentalizar o consciencioterapeuta
para qualificar a assistência em momentos críticos, favorecendo
a reorganização holossomática do evoluciente e a redução das vulnerabilidades
conscienciais pós-crise.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade, Ivo Valente, Luiz Ferreira Ano 14, N. 15, Setembro, 2025 (2025-09)
Fundamentado no Paradigma Consciencial, o artigo objetiva
oferecer ao leitor estudo detalhado de elementos da afetividade. Sinaliza
a existência de evolutividade na automanifestação afetiva, desde as emoções
mais instintivas à transcendência da autotransafetividade. Visando auxiliar
a prática parassemiológica do consciencioterapeuta, propõe a balança afetiva
como estratégia discernidora entre as gradações afetivas, aprimorando
a acurácia avaliativa. Ao final, relata 2 autexperimentos exemplificadores.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-09)
O artigo traz reflexão sobre variáveis do acoplamento energético,
compreendidas sob a ótica do Paradigma Consciencial em interface com
a Ondulatória. Objetiva contribuir com o entendimento de detalhes do acoplamento,
auxiliando o projecioterapeuta a qualificá-lo, visando a descoincidencioterapia
do evoluciente. Para tanto, revisita o pesquisador Waldo Vieira
em suas considerações sobre o modelo da série harmônica, especificamente
nos trechos contribuintes para o refinamento da cognição relativa ao fenômeno
analisado.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 13, N. 14, Setembro, 2024 (2024-03-11)
O artigo objetiva contribuir com o avanço da pesquisa das energias
extrafísicas, principalmente quanto à sua transferência por meio das
ondas energéticas. Além de trazer definições básicas da Ondulatória e seu
possível uso no contexto projecioterápico, também esboça a expansão de
sua aplicabilidade ao revisitar o modelo da série harmônica, apresentado por
Waldo Vieira. A hipótese de a intencionalidade, catalisada pela vontade, ser
capaz de produzir harmônicos superiores, qualificando o padrão das energias
assistenciais e garantindo maior estado de saúde consciencial e autorganização,
fornece outro nível de entendimento teático dos poderes conscienciais,
favorecendo a interface entre Consciencioterapia e Ondulatória.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 12, N. 13, Setembro, 2023 (2023-09-11)
O artigo objetiva elucidar o resgate autoconsciencioterápico seriexológico
do autor por meio da aplicação da matriz do autorresgate, ferramenta voltada à autopesquisa
no sentido de restabelecer a homeostase eventualmente perdida nos contextos entrópicos.
Como resultado da matriz aplicada, propõe-se encontrar o sistema pessoal de
autorresgate, síntese criada, exercitada e internalizada pelo autorresgatista, desenhada
como bússola a orientá-lo rumo ao megafoco evolutivo. O tema discutido é constructo
a ser aprofundado em futuras pesquisas consciencioterápicas. Serve como incentivo
à reflexão dos pesquisadores interessados.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 10, N. 11, Setembro, 2021 (2021-09-11)
O artigo apresenta a Dinâmica da Autorganização Parafisiológica como laboratório multidimensional, sistêmico, complexo e otimizado para o exercício da prática investigativa. Reforça a disponibilidade da equipex para auxiliar o participante pesquisador a recuperar cons e motivá-lo para o melhor desempenho assistencial. Evidencia 22 aprendizagens-sínteses inspiradas pelo amparo e obtidas seguindo metodologia precisa para conciliar dados vivenciais anteriores, concomitantes e posteriores aos experimentos. Ao final, dedica reflexão sobre os resultados alcançados e conclui ao explicitar a criação de aprendizagens-sínteses como estratégia de refinamento da autopesquisa despertada pelos amparadores.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 7, N. 7, Setembro, 2018 (2018-09)
Este relato de caso descreve a autoexperimentação consciencioterápica vivenciada pelo autor ao longo de 10 sessões de consciencioterapia. A partir do sintoma principal de tensão, foi conduzido a aprofundamento da autopesquisa e à identificação do mecanismo patológico de funcionamento. Na compreensão deste mecanismo estava a gênese da proposta terapêutica, que passa pela entrega afetiva sadia e pela condição de minipeça assistencial lúcida. Concluiu-se afirmando que, detrás de um sintoma aparentemente simples, pode existir uma história complexa de adoecimento, cuja terapêutica dependerá de uma cosmovisão própria da condição de minipeça assistencial lúcida.
Conscientiotherapia Wanderlúcio Andrade Ano 6, N. 6, Setembro, 2017 (2017)