Este artigo trata da reciclagem da pensenidade autovitimizadora após a participação desta autora como evoluciente da consciencioterapia clínica intensiva realizada na Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC), em Foz do Iguaçu nos anos de 2016, 2017 e 2018. O desenvolvimento do texto foi realizado a partir de registros efetuados durante as sessões de consciencioterapia, das autorreflexões, de revisão bibliográfica sobre o tema e anotações de insights obtidos em cursos e laboratórios conscienciológicos realizados por esta autora ao longo dos últimos três anos. Os resultados desta autopesquisa demonstraram que a consciencioterapia clínica auxilia o evoluciente na identificação da autopensenidade patológica, bem como na sua ressignificação, propulsionando a reciclagem intraconsciencial e o autodesassédio. No caso desta autora, a consciencioterapia clínica auxiliou na identificação da pensenidade autovitimizadora e a consequente reciclagem antivitimizadora.
Conscientiotherapia Gabriela Arantes Gonçalves Ano 8, N. 9, Setembro, 2019 (2019-09)
O artigo descreve a autopesquisa da autora em busca da superação do traço da autovitimização, partindo do levantamento do histórico pessoal e da vivência teática do paradigma consciencial. No decorrer da autoinvestigação, são apresentados contrapontos na relação entre ganhos secundários e ganhos evolutivos, sugerindo emergir dessa relação a motivação para a reciclagem intraconsciencial. A autora sugere ser essencial à mudança pessoal a assunção proativa de responsabilidades evolutivas a partir da implementação de ações práticas e apresenta exemplos de diferentes perfis conscienciais associados à postura autovitimizadora. Ressalta, ainda, possíveis repercussões da manutenção do traço da autovitimização na condição do intermissivista e do completismo existencial.
Homo Projector Marise Barros v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 1 (2018-07)
O artigo aborda a autovitimização sob o enfoque do paradigma cons ciencial, apresentando características e mecanismos que podem estar presentes na manifestação de consciências autovitimizadas. O estudo foi embasado em autopesquisa e autoexperimentação da autora através de técnicas autoconsciencioterápicas, hetero-observação e pesquisa bibliográfica sobre o tema. O objetivo deste artigo é proporcionar recursos para a autoinvestigação, autodiagnóstico desta patologia e citar técnicas que possibilitam o autoenfrenta mento e remissão da autovitimização. O artigo conclui que a mudança de pos tura de pessoa vitimizada para antivitimizada representa conquista valiosa, tra zendo vá rios benefícios à consciência, entre eles a capacidade assistencial ampliada.
Saúde Consciencial Patricia Wetzel Ano 3, N. 3, Setembro, 2014 (2014-09)