O ano de 2020, em razão da manifestação do vírus COVID-19, trouxe mudanças
nas formas de interação entre as pessoas, ocasionando a reorganização dos meios
de contato, os quais passaram a ser prioritariamente virtuais. A OIC, adaptando-se ao
atual contexto, implementou diversas atividades on-line, possibilitando a expansão da
consciencioterapia para outros locais, alcançando inclusive a comunidade internacional.
A continuidade da interassistência consciencioterápica nesse novo modelo mobilizou diferentes
ações dos voluntários. Neste artigo são analisadas duas áreas em específico – Agendamento e Monitoria – e as repercussões observadas por seus integrantes em relação às parapercepções e efeitos holossomáticos do trabalho. Informa-se também os principais dados estatísticos registrados no período, concluindo-se que a qualificação do parapsiquismo e do senso de grupalidade foram os pontos fortes identificados
Conscientiotherapia Regina Estermann, Carina Freire Ano 10, N. 11, Setembro, 2021 (2021-09)
o presente artigo objetiva compartilhar a importância da observação das ocorrências intra e extrafísicas, desde o início da preparação de uma aula de Conscienciologia até após a exposição da aula, podendo se estender por alguns meses, dependendo do valor atribuído às parapercepções. A metodologia utilizada foi a observação das vivências intra e extrafísicas pessoais, envolvendo a prática da tenepes, associação de ideias, percepção das sincronicidades, insights parapsíquicos, foco na sinalética energética e no feedback dos professores e professorandos durante as aulas-treino do Curso para Formação de Professores de Conscienciologia, na Reaprendentia.
Parapedagogia Marlene Gontijo Roque ANO 2, NÚMERO 2, OUTUBRO DE 2012 (2012)