Este trabalho tem como intuito compartilhar o estudo e vivência do polinômio acolhimento-orientação-encaminhamento-acompanhamento pelo projetor consciente. Nesse sentido, detalha os resultados auferidos por meio da dedicação à autopesquisa, corroborando a projeção assistida na Baratrosfera para resgate de crianças vítimas do trabalho escravo no século XIX e encaminhamento ao para-hospital. Como metodologia, utilizou-se a pesquisa bibliográfica, além de reflexões sobre a projeciografia e a projeciocrítica da experiência extrafísica vivenciada pela autora na teática do polinômio em questão. Finalmente, discute-se sobre como os efeitos das autorreciclagens e da utilização do próprio padrão homeostático de referência propiciaram maior lucidez e autoconfiança parapsíquica na experiência projetiva, favorecendo assim a atuação interassistencial e interação com o amparador extrafísico.
Homo Projector Alane Wires Lemos Barros v. 07 n. 01 - JAN/JUN - 2020 (2020-01)
Esse relato descreve incursão em ambiente baratrosférico. O evento ocorreu durante projeção semiconsciente espontânea, onde a autora vivenciou contato com assediador e, posteriormente, a intervenção de amparador, possibilitando o aumento de lucidez da projetora. Animais extrafísicos tiveram importante papel durante a projeção. A experiência propiciou a compreensão de como é difícil a atuação com maior grau de lucidez em ambientes paratroposféricos, com perda do discernimento e do poder de uma atuação mais assertiva.
Homo Projector Rosane Rocha v. 04 n. 01 - JAN/JUN – 2017 (2017-01)