Interparadigmology is central to the study of the connections and possibilities of dialogue between the consciential paradigm and other paradigms. The communication between paradigms takes place intra and extraconscientially, being inherent to the evolutionary process. Its understanding contributes to the other conscientiological specialties. This paper, written by the Interparadigms journal team, aims to briefly present the conceptual bases of the specialty Interparadigmology developed over the last ten years of study. The text addresses three subthemes, namely paradigmology, self-paradigmology, and interparadigmology, distributed in three sections, under the analytical axis of selfparadigmatic transition. Cosmoanalysis and Cosmosynthesis make up the methodology of this work. The paper systemizes basic concepts of the specialty, delimiting a new field of studies and thus enables verponological correlations within the scope of conscientiology.
A Interparadigmologia é central no estudo das conexões e possibilidades de diálogo entre o Paradigma Consciencial e os demais paradigmas. A comunicação entre paradigmas se dá intra e extraconsciencialmente, sendo inerente ao processo evolutivo. Sua compreensão contribui para as demais especialidades conscienciológicas. Este artigo, escrito pela equipe da revista Interparadigmas, tem por objetivo apresentar, de modo resumido, as bases conceituais da especialidade Interparadigmologia desenvolvidas ao longo dos 10 anos de estudo. O texto aborda 3 subtemas, quais sejam Paradigmologia, Autoparadigmologia e Interparadigmologia, distribuídos em 3 seções, tendo a transição autoparadigmática por eixo analítico. Cosmoanálise e Cosmossíntese compõem a metodologia deste trabalho. O artigo sistematiza conceitos básicos da especialidade, delimitando novo campo de estudos e com isso possibilita correlações verponológicas no âmbito da Conscienciologia.
Resumo. O objetivo deste artigo é compartilhar com o leitor as reflexões e os achados pesquisísticos
com interesse no princípio evolutivo de assistir sem pré-julgamentos, a fim de ampliar
a simetria amparador extrafísico e amparando intrafísico (tenepessista), por meio da empatia
evolutiva. A metodologia para pesquisa pautou-se por: autopesquisa das autoras, consulta aos
verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia e aos tratados conscienciológicos. O estudo traz
a transição das posturas comuns para as evolutivas. Nas considerações finais, conclui-se que o
epicentrismo tenepessístico, embora permeado por dessimetrias, é oportunidade para estabelecer
consensos utilizando o discernimento que faculta a coerência e respeita as dessemelhanças,
nos inter-relacionamentos de modo evolutivo.
Resumo. O trabalho compartilha reflexões sobre a prática tenepessológica, a reformulação morfopensênica
e os efeitos na reciclagem planetária, estudando a pensenidade individual, a influência
grupal, a renovação da morfopensenidade consciencial e dos ambientes em período de
fartura das energias conscienciais, a partir da reciclagem da forma de pensar. A metodologia
utilizada foi a pesquisa nos tratados conscienciológicos sobre os temas pensene, morfopensene
e holopensene, a consulta aos verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia relacionados aos
assuntos mencionados e as obras publicadas afins, além dos debates entre as autoras sobre as
parapercepções vivenciadas no cotidiano. O estudo inicia com a interação entre pensene-morfopensene-
holopensene, segue descrevendo a reformulação morfopensênica e, por fim, fala sobre
a Era da Fartura e a responsabilidade do tenepessista. Conclui que as recins individuais
promovem as mudanças grupais e estas reverberam no holopensene planetário.
O objetivo do estudo foi o de estabelecer um diálogo interparadigmático mostrando a intencionalidade de pesquisadores acadêmicos em quebrar o monopólio do paradigma eurocêntrico quanto ao estudo das sociedades indígenas. Simultaneamente, há um contraste entre esses novos dados e elementos do paradigma consciencial. Regidos pela ética, cientistas inovam, abordando temas que contribuem para o respeito às diferentes culturas, a proteção ao sistema indígena de saúde e questionam o eurocentrismo por ser reducionista. O cientista consciencial, regido pela cosmoética, apresenta argumentos fundamentados em sua autopesquisa e em estudos a partir do paradigma consciencial. Em que pesem os diferentes posicionamentos, os autores apresentam elementos em comum, quais sejam: buscam ampliar o universo científico onde se inserem; são rigorosos quanto à fidedignidade na pesquisa; são assertivos e inquietam-se quanto aos limites paradigmáticos; além de argumentar visando transpor paradigmas estabelecidos.
Interparadigmas Marina Vinha Ano 6 - N. 6: O Paradigma Consciencial e Outros Paradigmas de Pesquisa da Consciência (2018)